quarta-feira, 26 de março de 2014

Vira-lata que sabe falar o próprio nome desaparece e recompensa pode chegar a 100 milhões


Empresário explicou porque o cachorrinho vale milhões de reais 





Empresário explicou porque o cachorrinho vale milhões de reais



Um empresário está oferecendo 100 milhões de reais, como recompensa, para quem encontrar um cachorro, da raça vira lata, que tem um diferencial: o cãozinho é muito experto e sabe pronunciar o próprio nome, embora seja a única coisa que ele sabe pronunciar. O cachorrinho se chama "Au au auuú". 




Desaparecido há cerca de uma semana, o dono acredita que ele fugiu atrás de alguma cachorra e acabou se perdendo pelas ruas de Minas Gerais em Belo Horizonte. 


Ainda segundo o dono, o cãozinho está avaliado em 200 milhões de reais, razão pelo qual ele paga 100 milhões de recompensa para quem encontra-lo. Sobre o valor alto, do vira-lata, a justificativa é de que se trata do único cachorro que aprendeu a pronunciar o próprio nome.

fonte: http://www.g17.com.br/noticia/desaparecido/vira-lata-desaparecido-que-sabe-falar-o-nome-vale-100-milhoes.html


terça-feira, 25 de março de 2014

Não adianta querer ajudar Belterra. Os PETISTAS NÂO ACEITAM. Veja com os próprios olhos.



Depois de muitas especulações que o governo do Estado não ajuda Belterra. O blog vem desmentir o que a prefeita e os vereadores disem principalmente o vereador Betão que diz que o governo do estado não ajuda em nada Belterra. Os vereadores do PT nem se fala, então para quem gosta de provas esta ai. O convenio celebrado com o estado onde o estado manda credito para Belterra. E simplesmente não existe esse credito repassado a população.



                                     CONVÊNIO
NÚMERO DE PUBLICAÇÃO: 530601
CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº 013/2013
Partes: Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento 
e Finanças-SEPOF, através do Programa CREDCIDADÃO e a 
Prefeitura Municipal de Belterra.
Objeto: O presente termo tem por finalidade operacionalizar o 
Programa Estadual de Microcrédito Solidário – CREDCIDADÃO, 
na forma de financiamento de natureza reversível, adequado 
para a criação, crescimento e consolidação de micros e pequenos 
negócios à pessoa física e jurídica, promovendo a geração de 
trabalho e renda no município de Belterra/PA.
Vigência: 23/05/2013 a 22/05/2014.
Foro: Belém do Pará
Data da assinatura: 23/05/2013
Signatários: Maria do Céu Guimarães de Alencar, pela SEPOF 
e Dilma Serrão Ferreira da Silva, pela Prefeitura Municipal de Belterra.


Bomba... Prefeita Dilma Serrão paga 1.300 reais a caminhão munk que não existe em Belterra.

Depois de uma investigação minuciosa, pelo cu rugito o Blog Poder da Verdade entra com mais uma denuncia que vai além..........



Atacadão dos Importados  com 58,000,00 
Silvio Sanches da Silva: com 48,000,00
Antonia Ribeiro Torres com 63,000,00
Marcilene Bentes Figueira 69,500,00
Edivo Pedroso com ¨65,000,00
JJ Pedroso da Silva valor da diária de caminhão munk : 1,300,00



EXTRATO DE HOMOLOGAÇÃO. Processo: nº 029/2013 - 
Pregão Presencial nº 020/2013 – Objeto: Locação de Veículos 
para atender as necessidades da SEMOV Licitante Vencedor: 
Atacadão dos Importados. vencedora do item 01 no total de R$ 
58.000, Silvio Sanches da Silva, vencedor do item 02 – no total 
de R$ 44.000, Antonia Ribeiro Torres vencedora do item 03 no 
total de R$ 63.900, Marcilene Bentes Figueira vencedora do item 
03a no valor total de R$ 69.500 Edivo Pedrosa vencedor do 
item 04 no valor total de R$ 65.000 J J PEDROSO DA SILVA – 
ME vencedora do item 05 valor da diária do caminhão munk R$ 
1.300 Critério de julgamento: menor preço.
Dilma Serrão Ferreira Silva - Prefeita


Fonte: http://www.ioepa.com.br/diarios/2013/04/23.04.caderno.08.05.pdf

Consciência ambiental vira requisito para crescer com a soja em Belterra


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É uma manhã de setembro e o dia começa lentamente em Belterra. O município, localizado no noroeste do Estado do Pará e distante apenas 45 quilômetros de Santarém, revela aos poucos um cenário composto por vastas plantações de soja em meio à paisagem amazônica. Fundada em 1934, quando ainda era conhecida como Bela Terra, Belterra foi cedida pelo governo brasileiro à companhia Ford para a extração da borracha nos seringais, após a empresa ter desistido de suas operações em Fordlândia, também no Pará. O projeto, planejado para durar um século, se enfraqueceu a partir do surgimento da borracha sintética e de baixo custo na Ásia, o que levou a saída da empresa automobilística da região e pôs Belterra de volta nas mãos do governo brasileiro, em 1945.
A influência norte-americana em Belterra ainda pode ser observada no traçado de suas ruas, em caixas d’águas de ferro suportadas por grandes estruturas e em casas que parecem ter saído de um filme sobre o Velho Oeste americano, atualmente tombadas como patrimônio histórico da cidade. Sentado na varanda de uma delas, encontramos Cláudio Gonçalves, mais conhecido na cidade como Claudião, um dos produtores de soja que fazem parte do projeto Soja Mais Sustentável, desenvolvido pela The Nature Conservancy em conjunto com a Cargill.
Nascido em um ambiente rural no Paraná, ele conta que o pai, também agricultor, sempre foi muito ligado a terra e não demonstrava interesse em mudar-se com a família para outro lugar do país. Tampouco queriam sair do Sul os outros quatro irmãos de Claudio, que acabaram desenvolvendo suas carreiras por lá. Cláudio, no entanto, tinha a vontade de conhecer novas regiões e de viver experiências diferentes. Foi assim que, em 1990, ao concluir o curso superior em Agronomia, partiu em uma aventura para a Amazônia.
Desde essa data, ele já passou pelos Estados do Mato Grosso, Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima e Pará, onde se instalou em 2009. “O sonho sempre foi achar um lugar dentro da Amazônia que fosse bom para plantar e tivesse uma logística favorável. De todos os lugares em que eu trabalhei, Belterra é o melhor”, conta, destacando a qualidade de vida, o clima e as belezas naturais, como a praia paradisíaca que fica a apenas 5 quilômetros de uma de suas plantações. Brincando, nos conta que está pensando em se aposentar nos próximos anos, e por isso, precisa escolher muito bem os lugares onde planta, para ter sempre uma opção de lazer por perto.
Quando chegou ao município, as oportunidades agrícolas estavam voltadas para o plantio do arroz, uma cultura que desgasta o solo mais facilmente e precisa de um maior tempo de recuperação, em comparação com a soja. Havia apenas um comprador de soja local, mas a quantidade absorvida por ele era pequena demais para encorajar os produtores a arriscar suas lavouras com um novo produto.
A corrida da soja
O cenário mudou em 2003, quando a Cargill se instalou em Santarém. A demanda por soja da região aumentou e os produtores quiseram aproveitar a oportunidade para explorar suas terras, em uma das áreas mais férteis da Amazônia, de forma rentável. Cláudio passou a integrar um grupo ávido por experimentar diferentes tipos de soja e fazer o produto ganhar importância, naquele pedaço do Pará.
Não demorou muito para que a expansão da atividade atraísse a atenção do governo e das organizações de proteção ao meio ambiente. Eles questionavam os métodos aplicados no cultivo da região. As taxas de desmatamento estavam aumentando a cada medição realizada pelos satélites brasileiros, e os produtores entraram na berlinda.
“Teve uma época na qual olhei para os meus filhos e vi que toda uma vida de trabalho estava investida aqui, e mesmo assim, eu pensei em ir embora”, confessa, ao falar sobre a pressão para que a cadeia da soja buscasse soluções para o desmatamento.
Nesse contexto de tensão politica, uma das principais saídas que o setor buscou foi procurar os próprios ambientalistas e propor um trabalho conjunto de aperfeiçoamento das práticas ambientais. A Cargill e a TNC deram início, em 2003, ao projeto Soja Mais Sustentável, por meio do qual inseriram mais de 400 propriedades rurais no Cadastro Ambiental Rural, o CAR. A implantação do sistema, que serve como um mapa descritivo da propriedade, facilitou que a empresa pudesse identificar se o Código Florestal brasileiro estava efetivamente sendo cumprido pelos produtores. Até a definição das áreas de floresta que precisavam ser restauradas, para que a propriedade se adequasse às normas ambientais, ficou mais precisa.
Em 2004, veio a Moratória da Soja, um pacto para o desmatamento zero firmado entre o governo, entidades representativas dos produtores de soja e organizações ambientais. O acordo contribuiu para consolidar a cultura que tinha começado a ser construída com o projeto. Graças ao esforço feito por Cláudio para adequar sua fazenda ao Código Florestal, quando aderiu ao Soja Mais Sustentável, ela já se encontrava em linha com as práticas previstas pela Moratória.
“Nós temos uma grande responsabilidade ambiental aqui, e é isso que diferencia a gente de alguns outros produtores, não só do bioma amazônico como do Brasil em geral”, diz Claudio, orgulhoso.
De 2004 para cá, a produção cresceu e as praticas de responsabilidade ambiental viraram a regra na propriedade de Claudião. Ele é hoje um dos maiores produtores do oeste do Pará e fala com orgulho de como a soja possibilitou a ele dar condições confortáveis de vida para a sua família.
Cláudio afirma que os produtores que resistiram mais a melhorar sua forma de produção foram, pouco a pouco, indo embora de Belterra. Olhando pra trás, ele reconhece todos os esforços que foram feitos para que pudesse viver tranquilamente, e se sente feliz por fazer parte da história da região e do plantio de soja no Brasil.
Quando a conversa chega a esse ponto, ele lembra que precisa buscar a filha mais nova na escola, e finaliza a prosa, declarando que preservar a natureza e manter a floresta em pé é o único caminho para produzir.
“Eu planto nos trechos onde não há mais floresta, respeito onde é floresta e tenho a consciência tranquila de ser um agricultor da Amazônia”, diz.

fonte:
http://portugues.tnc.org/nossas-historias/destaques/claudio-concalves-raizes-da-conservacao.xml

segunda-feira, 24 de março de 2014

Dilma causou perda de US$ 171 milhões na Petrobras


Ildo Sauer diz que valor seria poupado se disputa fosse sanada em arbitragem

Ex-diretor da Petrobras Ildo Sauer
Ex-diretor da Petrobras Ildo Sauer
O ex-diretor da Petrobras Ildo Sauer revelou que a estatal poderia ter economizado US$ 171 milhões na compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), caso o negócio não tivesse sido levado à Justiça americana. Entre 2006 e 2012, a Petrobras desembolsou R$ 1,18 bilhão pela refinaria, que em 2005 fora comprada pela empresa belga Astra Oil por US$ 42,5 milhões.
Ao Jornal Nacional, ele disse que o prejuízo teria sido menor se o desentendimento com a Astra Oil, antiga sócia da Petrobras, tivesse sido resolvido na Câmara Internacional de Arbitragem, instância extrajudicial para conflitos comerciais.
A Petrobras foi derrotada na Justiça e com isso o ônus aumentou em mais US$ 171 milhões”
Ildo Sauer,
ex-diretor de Gás e Energia da Petrobras
“O Conselho de Administração decidiu por indicação da presidente do conselho, senhora [Dilma] Rousseff, não aceitar a decisão arbitral. Mandou para a Justiça. A Petrobras foi derrotada na Justiça e com isso o ônus aumentou em mais US$ 171 milhões”, disse Sauer, que era diretor de Gás e Energia na época da compra, em 2006.
Na época, a presidente Dilma Rousseff era ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da estatal.
Procurado neste sábado (22), o Palácio do Planalto não quis comentar o caso. Fontes da Petrobras dizem, no entanto, que a decisão de recorrer à Justiça foi correta porque o valor pago poderia ser ainda maior se a estatal aceitasse a decisão arbitral.
A ata de uma reunião ocorrida em 24 de junho de 2009 mostra que o Conselho de Admnistração da Petrobras delegou a condução da arbitragem e as medidas seguintes à Diretoria Executiva.foto
A compra da refinaria de Pasadena foi aprovada pelo Conselho de Administração em 2006. À época, a Petrobras pagou US$ 360 milhões por 50% da usina. Documentos da própria Petrobras enviados à agência reguladora do mercado financeiro americano mostram ainda que outrosUS$ 56 milhões foram pagos em impostos.
A disputa na Câmara Arbitral e posteriormente na Justiça ocorreu porque a Petrobras não concordava com uma cláusula que a obrigava a comprar os outros 50% da refinaria em caso de desentendimento com a sócia.
A regra, chamada de Put Option, estava no contrato de compra, mas, segundo a Presidência da República, havia sido omitida do resumo executivo apresentado pela Diretoria Internacional da Petrobras ao Conselho de Administração na época da decisão.
Com a derrota na Justiça, a Petrobras teve de pagar mais US$ 820,5 milhões para adquirir a outra metade da refinaria.
Compra no Japão
Neste sábado, uma reportagem publicada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” mostrou que essa mesma regra, condenada recentemente por Dilma, foi aprovada por ela em 2007, um ano depois da compra de Pasadena, na aquisição de outra refinaria no Japão. Nas duas ocasiões, Dilma era ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da estatal.
Segundo a Presidência, a Put Option não constava no resumo executivo apresentado ao conselho em 2006 na compra de Pasadena. Em 2007, no entanto, ela constou no resumo apresentado pela Diretoria Internacional para a compra no Japão.
Em nota divulgada na quarta (19), a Presidência disse que, se soubesse desta e de outra regra previstas no contrato de Pasadena, “elas seguramente não seriam aprovadas” para a compra em Pasadena. No caso do Japão, no entanto, a regra era conhecida e foi aprovada pelo Conselho de Administração.
Em resposta ao jornal, a Presidência informou que a refinaria Okinawa “estava alinhada com a estratégia geral da companhia, prevista no Plano de Negócios 2004-2010 e no Plano Estratégico 2015, no que se referia ao incremento da capacidade de refino de petróleo no exterior”. A Petrobras adquiriu 87,5% da usina em 2007 por US$ 71 milhões.
O jornal “O Estado de S. Paulo” informou que, na época da compra, a refinaria de Okinawa não tinha capacidade para processar o óleo extraído no Brasil, o mesmo que já havia ocorrido em Pasadena. Ainda segundo o jornal, a Petrobras chegou a anunciar um comprador para a refinaria no ano passado, mas a venda não foi realizada porque a licença de funcionamento estava vencida.