domingo, 1 de setembro de 2013

Criada por brasileiro, "luz engarrafada" já beneficia 1 milhão de casas no mundo


                                                      O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos

 e até no supermercado do bairro.


O ano era 2002 e o Brasil enfrentava uma severa crise energética, o famoso "apagão", que deixou muita gente às escuras em todo o país. Em meio ao problema, um mecânico de Uberaba (MG) fez jus ao famoso lema de que "com crise se cresce" e inventou algo capaz de deixar Thomas Edison (o criador da lâmpada) muito orgulhoso, onde quer que esteja.
Alfredo Moser utilizou apenas garrafas plásticas PET com água e uma pequena quantidade de cloro para gerar uma lâmpada de plástico, através da refração da luz solar em uma garrafa de dois litros cheias d'água. "Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor", explicou o inventor à BBC Brasil.
Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas usando a "luz engarrafada".
Para exemplificar como funciona a "lâmpada", Moser protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d'água. "Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota", destacou o inventor.
Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo”
Alfredo Moser, mecânico e inventor
Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta. "Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts", ressaltou Moser, que enfatiza: "Eu nunca fiz desenho algum da ideia. Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo."
Ideia global
O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro, segundo a BBC Brasil. Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.

"Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?", comemorou Moser.
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Ao seguir o método de Moser, a entidade MyShelter, das Filipinas, começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. Agora, a fundação de caridade treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganhar uma pequena renda. A instituição se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.
Garrafas nos telhados
"Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: 'Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados", relembrou Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação. Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.
As luzes "engarrafadas" também chegaram a outros 15 países, entre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.
Diaz disse que atualmente podem-se encontrar as lâmpadas de Moser em comunidades que vivem em ilhas remotas. "Eles afirmam que viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da ideia", concluiu Diaz.



Câmara dos Deputados livra Natan Donadon de cassação




Câmara dos Deputados livra Natan Donadon de cassação

Houve 233 votos a favor da cassação, mas eram necessários 257; 131 deputados votaram contra, 41 se abstiveram e 54 dos presentes na sessão não votaram; outros 54 não compareceram

A Câmara dos Deputados livrou de cassação o deputado federal Natan Donadon (sem partido/RO) — condenado a 13 anos, 4 meses e 10 dias por peculato e formação de quadrilha. Na noite desta quarta-feira, 28, dia em que o deputado completou dois meses preso no Complexo Penitenciário da Papuda, a votação sobre a perda do mandato teve 233 votos a favor, 131 contra e 41 abstenções, mas eram necessários 257 votos para a cassação, o que configuraria a maioria dentro do total de 513 parlamentares da Casa. O voto nesse tipo de sessão é secreto.

Diante da situação, presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), considerou o deputado afastado do cargo e decidiu convocar o suplente de Donadon para assumir a função enquanto ele estiver preso.

Vestido de terno e gravata, sem algemas e com o cabelo curto, Donadon fez sua própria defesa e jurou inocência. Reclamou do sofrimento do encarceramento, disse que nunca roubou "um centavo" da Assembleia Legislativa de Rondônia e que foi condenado porque a Justiça queria atender às "vozes das ruas". "Não é justo condenar um inocente", declarou. Com a família em plenário, Donadon se emocionou ao reencontrar antigos funcionários e foi cumprimentado por parlamentares enquanto esteve em plenário.

Com 459 parlamentares na Casa, a sessão se estendeu para que todos os deputados votassem, mas só 405 registraram voto. "Quem não está comparecendo está revelando seu voto", observou o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).

O próprio Donadon chegou a registrar seu voto, mas o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ao ser alertado, avisou que o voto do "julgado" não seria computado. Durante a espera, Donadon fez uso da palavra no microfone e reclamou da comida no presídio. "A xepa não é de boa qualidade", criticou.

Donadon foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelo desvio de recursos da Assembleia Legislativa de Rondônia, onde ele ocupava o cargo de diretor financeiro. Segundo o Ministério Público, o esquema funcionou de 1995 a 1998, por meio de contrato simulado de publicidade por serviços que não eram prestados. Os desvios, segundo o MP, somam R$ 8,4 milhões.

(Fonte: Estadão)

AS ESPERANÇAS DA TURMA DO DEM ESTÃO ACABANDO. DR. MACEDO E ACUSADO PELO MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL,


AS ESPERANÇAS DA TURMA DO BEM, EM ERGUER SER CANDIDATO PARA DISPUTAR NOVAS ELEIÇÕES ESTA SE ACABANDO, DEPOIS DE UMA FAMÍLIA, DENUNCIAR AO MINISTÉRIO PUBLICO A MORTE DE SEU FILHO E ACUSAR O MÉDICO, AGORA E O MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL. A COISA TA FEIA, JOÃO ROCHA.



0008184-68.2013.8.14.0051
1º GRAU
SANTARÉM
EM ANDAMENTO
CRIMINAL
19/08/2013
4ª VARA PENAL DE SANTAREM
GABINETE DA 4ª VARA PENAL DE SANTAREM
SECRETARIA DA 4ª VARA PENAL DE SANTAREM
PAULO PEREIRA DA SILVA EVANGELISTA
JUIZO SINGULAR
Inquérito Policial
Concussão
JUSTICA FEDERAL
022/2001
R$ 0,00
NÃO
1
0
NÃO
NÃO

Partes

CORINA COIMBRA MESCHEDEACUSADO
JOCICLELIO CASTRO MACEDOACUSADO
JOSE CARLOS BASTOS MESCHEDEACUSADO
MINISTERIO PUBLICO FEDERALAUTOR



Belterra pede apenas dois médicos ao “Mais Médicos” OS CUBANOS ESTÃO VINDO




Na quinta-feira (25.07) a Prefeitura de Belterra, através da Secretaria Municipal de Saúde aderiu ao Programa Mais Médicos do Governo Federal. Foram solicitados mais dois médicos para atender às Estratégias de Saúde da Família no município. A resposta do Ministério da Saúde sairá entre 60 e 90 dias.

Esta decisão foi tomada após a Prefeita de Belterra Dilma Serrão participar em Belém na segunda-feira (22.07) de um encontro promovido pelo Ministério da Saúde com prefeitos e secretários de Saúde de todo o estado onde foi lançado o Programa Mais Médicos. O Ministro da Saúde Alexandre Padilha esteve presente e falou da importância deste programa que pretende aumentar o número de médicos atuantes na rede pública de saúde em regiões carentes e permite a vinda de profissionais estrangeiros ou de brasileiros que se formaram no exterior sem a necessidade de revalidação do diploma. De Belterra além da prefeita, participaram a secretária de saúde Ana Claudia Tavares e a coordenadora de Saúde Josiane Mendonça.

Segundo a prefeita, os municípios do interior passam por dificuldade para conseguirem médicos como é o caso de Belterra. “Dificilmente um médico quer sair das grandes cidades para vir trabalhar em regiões menores. Com este programa haverá uma melhor distribuição dos médicos pelo país. O objetivo maior da presidente Dilma é que o acesso aos serviços de saúde melhore a cada dia” ressaltou a Prefeita.

Atualmente o município conta com sete médicos que atendem nos Centros de Saúde da Atenção Básica tanto da cidade, da BR 163 e do Tapajós, além do Hospital Municipal de Belterra. O objetivo da prefeita Dilma Serrão é garantir através do programa o Médico 24 horas no Hospital que foi um compromisso assumido na campanha eleitoral.

Fonte: Ascom/Prefeitura de Belterra






Essa Prefeita, se equivocou, quem são os 7 médicos que trabalhão no hospital.?
Vergonha, os enfermeiros estão fazendo os papeis de Médicos em Belterra.

Ministério Público do Estado divulga nota sobre prisão de Ana Cláudia Tavares, hoje Secretária de Saúde de Belterra!!1




A então diretora do Hospital Municipal de Santarém, Ana Cláudia Tavares, foi presa em flagrante nesta terça-feira, 15 de fevereiro de 2011, pelo crime previsto no art. 132 do Código Penal: expor a perigo a vida de outrem.


Santarém - Lila Bemerguy- Assessoria de Imprensa do MP- Polo Baixo Amazonas


O Ministério Público do Estado em Santarém, esclarece: 

A então diretora do Hospital Municipal de Santarém, Ana Cláudia Tavares, foi presa em flagrante nesta terça-feira, 15 de fevereiro de 2011, pelo crime previsto no art. 132 do Código Penal: expor a perigo a vida de outrem. O médico ortopedista Eros Dantas foi enquadrado no mesmo crime, não sendo preso por não se encontrar no hospital naquele momento. 

Os promotores de justiça Criminais do Ministério Público estiveram no HMS na tarde de ontem, para confirmar denúncias feitas em matéria de do site de notícias “No Tapajós”, com relação à situação do atendimento da ortopedia no hospital, que, inclusive, foi retirada do ar. Ao chegar ao HMS, por volta das 16 horas, não havia nenhum responsável no local. Cerca de uma hora e meia após, a diretora Ana Cláudia Tavares chegou, sendo presa em flagrante pelo crime citado, após informar aos cinco Promotores de Justiça que não tinha conhecimento do que estava acontecendo no hospital desde a última sexta-feira, e que o referido médico estava de plantão, contudo, não compareceu ao hospital. Disse ainda que, dentre os médicos “é o que dá mais trabalho”. Sendo constada através do prontuário que uma criança de 12 anos deu entrada no dia 11/02, sendo atendida somente no dia 14/02, mesmo com fraturas nos braços, ficou constatada a conduta criminosa. A diretora foi levada à delegacia no seu próprio veículo, acompanhada do delegado Sílvio Birro. 

A atitude da diretora Ana Claúdia, em afirmar que não sabe do que acontece no HMS, já havia sido inclusive objeto de recomendação da promotoria de justiça cível do MP, no procedimento instaurado para apurar o atendimento no local.

Com relação à legalidade da prisão, o Código Penal prevê que os membros do Ministério Público, bem como autoridades policiais podem e tem o dever de prender em flagrante delito, e o responsável deve ser conduzido à delegacia. No caso em questão, o crime está enquadrado nos chamados “de menor potencial ofensivo”, com pena de até dois anos de reclusão. Portanto, o responsável é levado à delegacia para que seja lavrado um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência), e para assinatura de um termo de compromisso e posterior liberação do acusado. Todos esses atos são enviados ao Juízo para dar continuidade ao processo. 

fonte: http://notapajos.globo.com/lernoticias.asp?id=39071